quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Sobre o Autor

Sátiro Souza, é “baianista”, uma mistura de baiano com paulista, atualmente vivendo no Goiás. 

Um cidadão do mundo, que quando criança leu um livro chamado “O mundo é para ser voado” e levou tão a sério, que sempre que pode viajar, sai para conhecer o pedacinho do mundo que ainda falta sem o compromisso de tornar poesia e sem a neura de fazer selfies desordenadas, por acreditar que a mais importante fotografia fica gravada na memória e não precisa se preocupar com espaço para armazenamento, porque a seu tempo estas imagens vão se reformando até se transformarem em fotos inéditas, fantasiosas, únicas e cheias de significantes e significados novos, assim como aconteceu com estas memórias, embora acontecidas, amenizadas pela distração que o tempo cuidou gentilmente de afastar do epicentro do mundo. 

Nunca saiu das terras brasileiras, por acreditar que não existe lugar mais lindo que o Brasil e que ainda tem assunto demais por aqui, para ir futricar algo fora do território brasileiro. 

Entres outras coisas, é diplomado em Pedagogia e Filosofia, mas não se intitula “Filósofo”, por achar que é muita pretensão, usar um título que já pertenceu a Heráclito de Éfeso. 

Solteiro desde sempre, virginiano que não acredita tanto na influência do posicionamento do sol e da lua no exato momento de sua concepção ou de sua chegada ao mundo, numa manhã de uma sexta-feira. 

Um exímio amante da educação, que faz jus ao nome, por gostar de satirizar as situações cotidianas, por acreditar que a vida já é muito complicada para tratá-la como algo tão sério. 

É um mutante que gosta e desgosta de algo com facilidade, que está sempre em construção, que se permite conhecer novos amanhãs, novos sabores, novas pessoas e novas sensações, todos os dias.

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