quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Filosofias de Botequim: da escrita para a vida

Quem disse que eu queria um livro? 

Esta, é uma coletânea de pensamentos, sensações, recortes e fragmentos de um diário que coloquei em prosa, poesia, poemas e crônicas. 

Momentos de confabulações que eu vivi, ou ainda que escrevi na hora do devaneio, da viagem de ônibus, de trem e avião, que talvez possam ajudar outras pessoas a tomarem decisões mais acertadas em situações semelhantes, pois pelo menos comigo, metade das vezes deu certo. 
Não podemos acertar todas, senão a vida fica sem emoção e sem aventuras. 
Vivi o mundo, porque acredito que ele deve ser voado, explorado, vivido e aproveitado em sua totalidade. 
São monólogos, recheados de sentimentos, enigmas, nostalgias, filosofias próprias de quem não leva a vida tão a sério, por acreditar que ela é um jogo, e se encararmos com tanta seriedade, ninguém vence no final. 
Hoje com quase quarenta anos, certamente eu faria tudo de novo. 
Talvez, tivessem alguns incrementos, e um pouco mais de maturidade, mas falaria muita coisa de que falou neste livro, e faria bastante também. 
Sou grato por jogar essas memórias no papel, escolhi algumas para publicar e as que sobraram, fica para outro momento.

Sobre o Autor

Sátiro Souza, é “baianista”, uma mistura de baiano com paulista, atualmente vivendo no Goiás. 

Um cidadão do mundo, que quando criança leu um livro chamado “O mundo é para ser voado” e levou tão a sério, que sempre que pode viajar, sai para conhecer o pedacinho do mundo que ainda falta sem o compromisso de tornar poesia e sem a neura de fazer selfies desordenadas, por acreditar que a mais importante fotografia fica gravada na memória e não precisa se preocupar com espaço para armazenamento, porque a seu tempo estas imagens vão se reformando até se transformarem em fotos inéditas, fantasiosas, únicas e cheias de significantes e significados novos, assim como aconteceu com estas memórias, embora acontecidas, amenizadas pela distração que o tempo cuidou gentilmente de afastar do epicentro do mundo. 

Nunca saiu das terras brasileiras, por acreditar que não existe lugar mais lindo que o Brasil e que ainda tem assunto demais por aqui, para ir futricar algo fora do território brasileiro. 

Entres outras coisas, é diplomado em Pedagogia e Filosofia, mas não se intitula “Filósofo”, por achar que é muita pretensão, usar um título que já pertenceu a Heráclito de Éfeso. 

Solteiro desde sempre, virginiano que não acredita tanto na influência do posicionamento do sol e da lua no exato momento de sua concepção ou de sua chegada ao mundo, numa manhã de uma sexta-feira. 

Um exímio amante da educação, que faz jus ao nome, por gostar de satirizar as situações cotidianas, por acreditar que a vida já é muito complicada para tratá-la como algo tão sério. 

É um mutante que gosta e desgosta de algo com facilidade, que está sempre em construção, que se permite conhecer novos amanhãs, novos sabores, novas pessoas e novas sensações, todos os dias.